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Brasil atinge recorde histórico de inadimplência: 77 milhões com nome sujo

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Casal jovem sentado à mesa da cozinha simbolizando inadimplência, olhando preocupado para contas e documentos, com uma calculadora, laptop e xícara de café à frente.

O Brasil vive um momento delicado de inadimplência nas finanças de famílias e empresas. Em junho de 2025, o país somou 77,8 milhões de consumidores inadimplentes, novo pico da série histórica, segundo a Serasa. Isso representa quase 3 em cada 10 adultos com restrições no CPF e acesso ao crédito comprometido. Serasa

O quadro empresarial também exige atenção. Em fevereiro de 2025, a Serasa Experian registrou 7,2 milhões de companhias inadimplentes — 31,6% das empresas ativas — além do maior volume de dívidas corporativas desde o início do levantamento. A pressão de custos, a demanda instável e o crédito caro têm derrubado margens e caixa. Serasa Experian

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  • Por que a inadimplência continua subindo
  • Impactos para pessoas e negócios
  • Como negociar dívidas com segurança
  • Educação financeira: uma alavanca que funciona
  • Empresas: caixa, crédito e renegociação
  • Perspectivas
  • Veja Também!

Por que a inadimplência continua subindo

Três vetores explicam a persistência do problema:

  • Juros elevados: o rotativo do cartão voltou a patamares muito altos em 2025; a taxa média chegou a ≈445% ao ano, encarecendo drasticamente o crédito de curto prazo e ampliando o efeito “bola de neve”. Agência Brasil
  • Inflação e renda pressionadas: mesmo com algum avanço no emprego, o orçamento segue espremido por preços ainda resistentes e ganhos que não acompanham custos essenciais.
  • Crédito restrito: bancos e financeiras ficaram mais seletivos, encurtando prazos e elevando exigências, o que dificulta rolagem de dívidas e capital de giro.

Impactos para pessoas e negócios

Para as famílias, a consequência direta é a perda de poder de compra e de capacidade de investimento (educação, moradia, pequeno negócio). Para as empresas, sobretudo micro e pequenas, a inadimplência corrói o capital de giro, limita compras a prazo, inibe contratações e pode levar à recuperação judicial — movimento que também cresceu nos últimos trimestres.

Como negociar dívidas com segurança

Há caminhos práticos para começar a virar o jogo:

  1. Mapeie o passivo: liste dívidas, taxas, juros ao mês/ano, multas e vencimentos. Priorize o que tem custo efetivo total mais alto (cartão e cheque especial).
  2. Centralize negociações: plataformas como o Serasa Limpa Nome reúnem ofertas com descontos que podem chegar a 90%, parcelamentos e pagamento via Pix, o que acelera a baixa do registro negativo. Compare propostas antes de fechar. Serasa
  3. Aproveite programas oficiais: iniciativas como o Renegocia! (Governo Federal) orientam e facilitam acordos de forma on-line, especialmente com bancos e serviços essenciais. Serviços e Informações do Brasil
  4. Negocie direto com o credor: para água, luz, telefone e internet, peça parcelamento sem entrada e alongamento de prazo.
  5. Leia o contrato: verifique juros, CET, multa, IOF e eventuais seguros/serviços embutidos. Se houver cláusulas abusivas, documente e procure Procon ou assessoria especializada.

Educação financeira: uma alavanca que funciona

Reorganizar o orçamento é indispensável para não “voltar ao rotativo” logo após um acordo. Três frentes rápidas:

  • Enxugue despesas fixas: cancele assinaturas pouco usadas, renegocie planos, reveja hábitos de consumo recorrentes.
  • Eleve a receita: bicos, horas extras, venda de itens parados e oferta de serviços pontuais.
  • Crie uma micro-reserva: mesmo R$ 50 a R$ 100 por mês reduz a necessidade de crédito emergencial caro.

Empresas: caixa, crédito e renegociação

Para negócios, disciplina de fluxo de caixa e ciclo financeiro é vital. Regras de bolso:

  • Estabeleça política de recebíveis (antecipação seletiva, cobrança ativa e descontos por pagamento à vista).
  • Converse com fornecedores sobre prazos e consignação; pequenas folgas no prazo podem evitar a tomada de crédito caro.
  • Avalie linhas de capital de giro com garantia (ex.: recebíveis), que tendem a custar menos do que o cheque especial PJ.
  • Se a pressão for estrutural, reperfilar dívidas e considerar mediação antes de judicializar pode preservar operações e empregos.

Perspectivas

Economistas avaliam que a inadimplência deve permanecer alta nos próximos meses, já que os juros continuam elevados e o crédito segue restrito. No entanto, o aumento de renegociações pode indicar um movimento positivo, de tentativa de reorganização das finanças pessoais.

Enquanto o desafio persiste, a mensagem é clara: o momento de agir é agora. Renegociar dívidas, controlar gastos e adotar práticas de educação financeira são medidas urgentes para quem deseja recuperar a estabilidade e preparar um futuro com menos pressões financeiras.

👉 Para se aprofundar nesse tema, confira nosso artigo no blog da Cote Juros: juros abusivos e como identificá-los — um guia prático para reconhecer taxas acima do permitido e se proteger na hora de renegociar.

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Vagner Silva

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